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Baldur’s Gate 3

Foto do escritor: Tríplice ForceTríplice Force

O já consagrado evento PAX East esta tendo a sua versão de 2020 entre os dias 27/02 a 01/03, e mesmo com a edição deste ano tendo grandes desfalque como a ausência da Sony devido a surto de coronavírus. O evento não falhou em trazer grandes novidades.


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Na E3 do ano passado foi revelado ao mundo através de um trailer o terceiro jogo da série Baldurs Gate, jogos que usam as regras de D&D como base sendo o mais próximo que os jogos de videogame conseguiram chegar dos RPGs de mesa, o novo game está sendo desenvolvido pela Larina Studios,que são os criadores dos incríveis jogos Divinity : Original Sin e Divinity Original Sin II. O gameplay do terceiro jogo vou demonstrado durante o evento, e para a surpresa de quase ninguém, ele segue a mesma fórmula dos games anteriores do estúdio, porém a com muitos diálogos e roll críticos.



O enredo do jogo conta a história do seu personagem na busca de evitar ser transformado em um monstro, e durante essa jornada irá encontrar diversos aliados que podem, onde a interação com eles seja durante o jogo ou no acampamento, impactam o desenrolar da narrativa. Na demo o personagem escolhido para ser controlado se tratava de um vampiro e em diversas partes foi apresentado a opção de agir como tal, o que realmente impressiona se pararmos para pensar que esse era apenas um personagem entre vários que poderiam ser escolhido .


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Se você conhece os jogos da série Baldur’s Gate ou Divinity, sabe exatamente onde está se metendo, porém caso não, aqui vai um pequeno preview. O game usa regras de D&D como base, o jogo e foco na narrativa e com muita liberdade de escolha de como abordar certas situações, sem contar que suas decisões como personagem, background, habilidades e escolhas feitas durante diálogos forjam a sua experiência. Isso faz o game ser bem complexo e intimidador, o que em contrapartida permite o game ter bastante opção como certas situações serão encaradas.


Apesar de extremamente bugada, a demonstração serviu para exibir como o combate é bem flexível, se o jogador souber o que lhe aguarda na próxima luta, ele terá muitas opções para poder facilitar o confronto (que na apresentação estavam brutais), coisa como se posicionar em ponto de vantagem antes da luta, apagar as luzes para permitir uma ataque furtivo, ou até roubar os equipamentos dos inimigos antes da luta. Some isso a ações de combate como empurrar, desengajar, com as habilidades do RPG de mesa, e você tem em mão lutas que podem ser encaradas de tantas formas e com tantos resultados diferentes.


Muitos jogos oferecem o conceito de liberdade de como encarar as situações apresentadas, mas são raros os que conseguem realmente entregar tal experiência, seja por fator técnico ou logístico, afinal mais possibilidades são traduzidos em mais sistemas, mas opções e mais complexidade. Mesmo com a demo apresentada sendo bugada, complicada e com a dificuldade brutal, ela impressionou por trazer o que os rpgs de mesa fazem de melhor, uma flexibilidade de como lidar como as situações e tribulações.


Para finalizar fiquem com a cinemática de abertura revelada no evento:



O que você achou da demonstração? acho digno do nome D&D? acha que esse jogo vai fazer jus? deixe o seu comentário sobre o jogo o/

 
 
 

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